quinta-feira, 15 de julho de 2010

Saímos da segurança de um útero e entramos para esse mundo de gozos, já saímos sentindo os prazeres de viver e também já começamos pagando....com o primeiro choro. São tatos sentimentos mesclados, enlaçados com o medo desse desconhecido, mundo.tão avassalador medo e tão necessário vencê-lo, e vencemos ao fim,de uma viagem perigosa e inesperada até a saída em uma sala onde parecesse mais,eu acho, com aquele encontro mencionado pelas pessoas que dizem ter visto atrás da morte.uma luz forte onde você não encontra rostos,só conjecturas de haver algem! E quem sabe,se observarmos pela ótica que morrer é renascer em outra vida, que pós a morte há uma continuidade,por que não dizer que somos recém falecidos em vez de recém nascidos?creio que caberia tanto um quanto o outro termo. E agora escrevendo me veio a grande duvida criada pelo meu raciocínio: será que fantasmas são as pessoas loucas de outra vida que insistem em permanecer me seus lares e não aceitam essa passagem para uma nova vida,e os fantasmas de hoje nada são alem disso loucos, e nossos loucos não são nada alem de pessoas que permanecem com seus espíritos agarrado a uma vida ‘passada’.e seus traumas podem ser digeridos conforme seus traumas? Entre o gozo e o esporro! Á congruências do gozo é o olhar, amar e ejacular, satisfazer-se do ato duo ou uno,pra alguns. No outro caso temos o mesmo esquema de olhar, amar (sem ser amor, sendo pecado, roubo, furto...), apanhar e satisfazer-se do ato também uno ou duo,para alguns. Entre a vida e a morte existe apenas o não saber. Nascer, crescer, morrer...antes e depois?quem diz!!!

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