Permita-me viver minha negritude sem assanhar minha dor, me deixe apenas com o ardor do meu gozar.
Sei de onde vim e sei pra que
Não adianta mais me chicotear!
A dor já passou e o que me resta é cantar!
Soul, jazz, samba.
Lembro meu passado e isso me da forças pra dançar
Um passado abolido e um futuro a ganhar
Sei que remanescentes do passado vem as vezes a minha porta me assombrar
Nessa hora rogo a deus, e peço pros meus santos me guardar.
Hoje ando altivo, mas sei que muitos ainda rastejam seu olhar
Canto nosso lamento com sorriso
Com isso insisto, irmãos vamos caminhar
Vamos parar a beira mar, e olhar alem mar.
Richard estves
Nenhum comentário:
Postar um comentário